quinta-feira, 28 de julho de 2011

Telefone




No dia 15 de junho de 2002 com a resolução 269, foi oficialmente reconhecido pelo congresso dos Estados Unidos, o verdadeiro inventor do telefone.
Muitas pessoas acreditavam que Alexander Graham Bell o havia criado. Porem, quem realmente o inventou foi o italiano Antonio Santi Giuseppe Meucci, em meados de 1860.
Meucci criou o telefone para se comunicar com sua esposa, que estava doente. Como Meucci trabalhava no térreo e sua esposa ficava no andar superior do edifício, ele não tinha como cuidar dela e trabalhar ao mesmo tempo e foi por isso que ele inventou o telefone, se sua esposa precisasse dele não precisaria gritar ou sair da cama.
Antonio construiu cerca de 30 diferentes tipos de telefones, mas como era muito pobre não tinha dinheiro para registrar as patentes dos inventos cerca vez ficou doente e vendeu o protótipo do telefone a Alexander Graham Bell, que o patenteou como seu em 1876.
Meucci o processou, mas em 1887, a justiça até anulou a patente de Bell, porém, como existia apenas uma citação da invenção num documento simples registrado em cartório, os juízes concluíram que a anulação não poderia ser sustentada.
Em 1889, em Nova York, Antonio Meucci morreu pobre, e sem a alegria de ser conhecido como o verdadeiro inventor do telefone.

Por: Fernanda Prado
Richard Trevithick




  Nasceu no dia 13 de Abril de 1771 na Cornualha. Quando era criança, costumava ver máquinas a vapor, bombearem água para fora das minas de estanho e cobre, muito comuns nessa época naquela região.
Com o passar do tempo dedicou-se a melhorar o modelo dos motores a vapor, construindo máquinas mais leves e menores, mas ao mesmo tempo com caldeiras mais fortes, onde era possível gerar pressões de vapor mais altas e mais energia.
   Sua carreira deu-se no início da revolução industrial e como muitos grandes homens e mulheres, não teve o reconhecimento que mereceu durante sua vida.
  Foi um grande engenheiro construtor de ferrovias e inventor inglês, que em 1800 fabricou o primeiro motor a vapor de alta pressão, e o de baixa pressão para transporte de passageiros no ano de 1801, além de ter desenvolvido a primeira locomotiva a vapor para trilhos em 1804. Ao lado de outros inventores patenteou máquinas a vapor para mover carruagens, equipamentos de propulsão a vapor para  navios, locomotivas e outros meios de transporte. Também patenteou vários equipamentos relacionados com vapor como boilers, evaporadores, condensadores, tubos de pressão, entre outros, que iam desde o fornecimento de tração até o cozimento e conservação de alimentos, de máquinas de refrigeração a máquinas agrícolas.
  Trevithick faleceu no dia 22 de Abril de 1833 na pobreza e na obscuridade e os seus inventos muito pouco reconhecidos.
  Foi enterrado em Dartford, Kent, onde estava trabalhando quando morreu.


Por: Gabriela Kappler

A máquina movida a vapor


The Puffing Devil

  Richard Trevithick, um engenheiro inglês, aplicou rodas a uma das suas máquinas no ano de 1801. Esta locomotiva rodoviária foi um dos primeiros veículos rodoviários a carregar passageiros movendo-se pela sua própria fonte de energia ficando conhecida como The Puffing Devil. O problema encontrado é que ela não conseguia manter a pressão do vapor durante muito tempo, e então não teve muita praticidade.
  Já um tempo mais tarde, conseguiu construir uma locomotiva que podia puxar cinco vagões com dez toneladas de carga e setenta passageiros à velocidade de 8 km por hora usando para o efeito carris fabricados em ferro-fundido. Seu primeiro percurso foi em 21 de Fevereiro de 1804. Esta locomotiva, por ser muito pesada para a linha-férrea não teve grande sucesso.
  No ano de 1812 o inglês John Blenkinsop, construiu uma locomotiva que usava dois cilindros verticais que movimentavam dois eixos, unidos a uma roda dentada que faziam acionar uma cremalheira.
  Porém, a maior evolução da locomotiva foi criada no ano de 1814, pelo mecânico George Stephenson. Esta locomotiva chamada Blucher se destinava ao transporte dos materiais da mina e tinha capacidade de puxar uma carga de trinta toneladas à velocidade de 6 km por hora.
 Entre 1769 e 1782, o escocês James Watt aperfeiçoou a máquina a vapor. Sua máquina logo foi adaptada ao tear, aos navios e fez nascerem as locomotivas. 

  A partir da metade do século XX, as máquinas à vapor começaram a ser substituídas pelas locomotivas elétricas e a diesel.  

         Por: Gabriela Kappler
Geladeira




Quem será que teve essa idéia inventar, um objeto tão importante para preservar os nossos alimentos e refrescos?
E acreditar que isso tudo começou porque um produtor de cervejas contratou o australiano James Harrison para que ele criasse uma máquina que refrescasse a bebida. Harrison usou o principio da compressão a vapor, que foi o inicio para estudos para construção desse eletrodoméstico que nos proporcionou armazenar alimentos e líquidos.
Em 1850, pode-se dizer que surgiu a primeira geladeira doméstica, que parecia um armário de madeira forrado de ardósia por dentro. No inverno eram cortados dos rios, blocos de gelo e armazenados nessas geladeiras.
Mas, a primeira geladeira doméstica surgiu em 1913, chamada de Kelvinator, que assim como a maioria das geladeiras, era arrefecido por uma bomba de calor de duas fases.
O primeiro refrigerador a ter sucesso mundial foi criado pela General Electric, em 1927, tendo sido produzido em larga escala, sendo que alguns exemplares continuam em funcionamento até hoje.
Somente em 1910, que as geladeiras que conhecemos atualmente, começaram a ganhar forma. Foi nessa época que a eletricidade passou a desempenhar um papel fundamental no princípio da conservação da temperatura no interior da geladeira,assim como o freon, composto não tóxico utilizado hoje em dia nas geladeiras.

Por: Fernanda Prado
Bicicleta




A primeira bicicleta foi construída em 1790 pelo conde francês Mede de Sivrac. Porém, era muito diferente das nossas bicicletas atuais, essa era toda de madeira e a roda dianteira era fixa não se podendo dirigi - lá.
Já em 1839, o escocês Kirkpatrick Macmilliam, que era um humilde ferreiro, criou pedais ligados por barras de ferro ao eixo da roda traseira. Mas somente em 1861, que o francês Pierre Michaux construiu outro tipo de bicicleta, com pedais adaptados diretamente a roda da frente.
Atualmente existem muitos tipos de modelos de bicicletas que foram evoluindo ao gosto e a necessidade das pessoas, que a utilizam como meio de transporte, para praticar esportes e até para o laser.

Por: Fernanda Prado
A Roda
Uma das primeiras e maiores evoluções tecnológicas



   Milhões de rodas, pequenas ou grandes, funcionam em todo o mundo, transformando a vida em movimento.
   Os benefícios que a roda, considerada o maior invento fundamental da história, trouxe para o destino humano são incalculáveis.
   Acredita-se que os egípcios usaram de artifícios como grandes roletes de madeira para transportar por quilômetros, os enormes blocos de granito e de pedra para a construção das pirâmides.
   Sem a roda, o homem não iria muito longe. As quatro principais fontes de energia que o homem utiliza para sua existência são fundamentadas na roda: a água, a energia elétrica, o animal e o vento.
   A roda foi desenvolvida originada dos troncos que muitos povos, inclusive assírios e egípcios, colocavam sob grandes massas de pedra, para que estas corressem melhor pelo terreno, quando queriam transportá-las. Mais tarde, este rolo se transformou em disco, e foi, talvez, a necessidade de introduzir a mão para lubrificar o eixo que fez com que o homem abrisse largos buracos. No início a roda era feita de uma peça de madeira inteiriça, compacta e pesada. Para que ela se tronasse veloz e de mais fácil manejo, fizeram-se inúmeras aberturas, originando-se a roda com raios. A evolução das rodas dos automóveis está ligada diretamente com as rodas das antigas carruagens puxadas a cavalos.
  Além de transformar os meios de transportes, a roda possibilitou outro grande avanço para a tecnologia – o movimento controlado por rotação. Na Mesopotâmia, há milhares de anos, os primeiros discos de madeira usados pelo homem para trabalhar o barro. No século XIV, surgiram em diferentes regiões da Europa, como França e Inglaterra, as primeiras rodas de tecelagem enxertadas com finas agulhas para desfiar o algodão.
Houve a descoberta de que uma roda de maior diâmetro leva mais tempo para dar uma volta completa do que uma roda pequena, o que levou o homem a teoria da velocidade centrípeta. Inventaram os relógios com rodas dentadas, as máquinas a vapor, a locomotiva e o automóvel.
  Em torno de 1850, começava o declínio da tração animal e iniciava-se a era da tração a vapor, reescrevendo o papel da roda. No final do século XIX inventou-se então as rodas fabricadas de ferro forjado. Surgem barcos a vapor e locomotivas. No início do século XX, o inglês John Boyd Dunlop criou o primeiro aro pneumático, que era um aro metálico revestido com uma câmara de couro costurado e cheio de ar, servindo para amenizar os sacolejos provocados pelas rodas de ferro sobre as estradas de pedra.
Todo este processo é uma ótima forma para demonstrar o grande avanço tecnológico de um objeto primeiramente simples, mas que, no entanto foi responsável por nos proporcionar grande parte das facilidades atuais.

Por: Gabriela Kappler

Introdução


Introdução

Este blog foi proposto pela professora Marina, e criado por alunos do terceiro ano da escola Elisa Tramontina. Cujo principal objetivo é levar o leitor a uma viagem pelos séculos XIX, XX e XXI, e lhes contar historias de grandes inventores e inventos que fazem diferença no dia-a-dia das pessoas. Trazendo informações sobre os mais variados tipos de inventos, buscando clareza e um vocabulário simples para o fácil entendimento de todos.
Nosso grupo lhes deseja uma boa leitura.

Por: Fernanda Prado